Produtos profissionais para salões/Fabricação própria — Andradina/SP

A tecnologia por trás de cada fórmula

Tecnologia

A tecnologia por trás de cada fórmula

Laboratório próprio, matéria-prima rastreada e muitos testes obrigatórios antes de qualquer lote sair de Andradina.

Tecnologia

A tecnologia por trás de cada fórmula

Laboratório próprio, matéria-prima rastreada e muitos testes obrigatórios antes de qualquer lote sair de Andradina.

Tecnologia

A tecnologia por trás de cada fórmula

Laboratório próprio, matéria-prima rastreada e muitos testes obrigatórios antes de qualquer lote sair de Andradina.

Área de laboratório e P&D
620 m²
Analistas e químicos na equipe
4
Produção mensal
2 toneladas
Meses de amostra de retenção
24
O laboratório

FÓRMULA E ENSAIO
NO MESMO PRÉDIO

Pesquisa, desenvolvimento e controle de qualidade dividem o mesmo corredor da produção. Quem formula acompanha o lote até a liberação.

Vista aérea da fábrica
Ambiente do laboratório

Bancada de formulação

Onde a fórmula nasce: pesagem analítica, agitação controlada e ajuste de pH a cada etapa da emulsão.

Ambiente do laboratório

Sala de ensaios físicos

Tração, elasticidade e brilho medidos em ambiente com temperatura e umidade fixas em 22 °C e 55%.

Ambiente do laboratório

Estufa de estabilidade

Envelhecimento acelerado a 45 °C por 90 dias, com leitura de cor, odor, viscosidade e separação de fase.

Ambiente do laboratório

Microbiologia

Contagem total e teste de desafio do sistema conservante, obrigatório em todo lote antes da liberação.

Insumos e matérias-primas

O que decide se um lote entra ou não

  1. Quarentena na entrada

    Nenhum insumo entra na produção antes de ser identificado, amostrado e aprovado. Até então fica em área física separada.

  2. Reanálise do laudo

    O laudo do fornecedor é conferido aqui: índice de acidez, perfil de ácidos graxos, cor, densidade e pH.

  3. Origem rastreada

    Cada óleo nativo tem cadeia declarada — comunidade extrativista, safra e lote de prensagem.

  4. Direito de recusa

    Lote fora de faixa é devolvido, mesmo com custo de reposição alto e prazo de produção apertado.

Origem rastreada

De onde vem cada óleo

Semente ou óleo

Pracaxi

Pará — várzea amazônica

Semente ou óleo

Murumuru

Amazonas — terra firme

Semente ou óleo

Castanha

Acre — extrativismo

Semente ou óleo

Buriti

Maranhão — cerrado

Protocolos de teste

Seis ensaios obrigatórios por fórmula

EnsaioO que medeAmostraCritério de aprovação
Tração instrumentalForça de ruptura do fio120mechas por ensaio≥ +35% vs. controle
Estabilidade aceleradaCor, odor, viscosidade, fase90dias a 45 °CSem separação ou viragem
Desafio microbiológicoSistema conservante28dias de inoculaçãoRedução ≥ 3 log
Compatibilidade químicaFio com química anterior6históricos testadosNenhuma reação adversa
Protocolo cego em cadeiraPercepção do profissional40salões no painel≥ 80% de aprovação
Segurança dermatológicaIrritabilidade cutânea30voluntários por estudoLaudo de laboratório externo
Resistência à ruptura

Medido em mecha nível 9

Força necessária para romper o fio, em relação ao fio virgem. Ensaio interno, 120 mechas, umidade controlada a 55%.

Fio virgem
100%
Descolorido nível 9
41%
1 aplicação
63%
3 aplicações
79%
Anatomia do fio

Onde cada fórmula age

Selecione a camada para ver o que acontece dentro dela.

Cutícula — Micrografia da camada selecionadaCutícula

Cutícula

A camada que se abre e fecha

As escamas que protegem o fio. Química e calor as levantam, e é por elas que a água entra e sai — a porosidade que você mede na cadeira acontece aqui.

8camadas de escamas

Ativo que age aquiManteiga de murumuruSela a cutícula levantada
Córtex — Micrografia da camada selecionadaCórtex

Córtex

Onde vive a resistência

Cerca de 90% da massa do fio: feixes de queratina unidos por pontes de dissulfeto. Cada procedimento químico rompe parte dessas pontes, e é exatamente aí que o complexo Bio-Bond atua.

90%da massa do fio

Ativo que age aquiBio-Bond ComplexReliga as pontes de dissulfeto rompidas
Medula — Micrografia da camada selecionadaMedula

Medula

O centro que nem todo fio tem

Canal central presente sobretudo em fios grossos. Não sustenta resistência, mas influencia como o fio reflete a luz e o quanto ele parece cheio.

Variávelconforme a espessura

Ativo que age aquiÓleo de pracaxiBehenato natural, devolve maleabilidade
Da fábrica ao salão

Seis etapas até a sua cadeira

  1. Insumo aprovado

    Amostragem, reanálise e liberação da matéria-prima pelo controle de qualidade.

  2. Fabricação

    Pesagem, emulsão e ajuste de pH em batch identificado do início ao fim.

  3. Ensaios do lote

    Físico-químico e microbiológico do lote real, não apenas da fórmula piloto.

  4. Envase e codificação

    Número de lote e validade impressos, com amostra de retenção separada.

  5. Liberação

    Assinatura do responsável técnico. Sem essa assinatura o lote não sai da fábrica.

  6. Distribuidor e salão

    Distribuição autorizada com protocolo técnico e treinamento de aplicação junto.

Biblioteca de ativos

Nove ativos, uma função cada

Bio-Bond Complex
Religa as pontes de dissulfeto rompidas
Queratina hidrolisada
Preenche as falhas do córtex
Manteiga de murumuru
Selagem lipídica da cutícula
Óleo de pracaxi
Behenato natural, reduz o frizz
D-Pantenol
Retenção de água na fibra
Niacinamida
Equilíbrio da oleosidade do couro cabeludo
Aminoácidos livres
Reposição da massa perdida na química
Filtro UV
Proteção da cor contra fotodegradação
Colágeno hidrolisado
Elasticidade e resistência à ruptura
Profissional

Quer o protocolo completo em PDF?

Ficha técnica de cada linha com dosagem, tempo de pausa, diluição e contraindicações.